Por Que o Sentido da Vida Está Ligado Com os Ideais

O sentido da vida é um assunto constantemente debatido pelas pessoas entre um grupo de amigos e familiares ou até mesmo internamente, proporcionando um forte momento de autorreflexão e conexão consigo mesmo.

Nesse ato de olhar para dentro, é possível associar o sentido da vida com os ideais que regem a própria vida existencial finita, já que cada ideal é capaz de direcionar ações em diversos tipos de situações, mas também há a necessidade de buscar uma compreensão que vai além da física (vida existencial finita), diríamos uma compreensão metafísica.

Quando nos referimos ao dia a dia, à vida existencial finita, podemos dizer que cada ser humano possui seus próprios e distintos ideais, é claro, mas a ligação que esses ideais possuem com o sentido da vida é praticamente idêntica, pois os conceitos centrais que regem os indivíduos o direcionam para um propósito em comum.

Porém quando nosso olhar se volta para as questões metafísicas, será que este sentido é diferente para cada indivíduo humano ou há um sentido que será comum à humanidade, ao gênero humano, ou seja, para a nossa espécie?

Entretanto, ainda que o sentido da vida, considerando a vida existencial finita tenha uma relação bastante estreita com os ideais, é preciso ter o entendimento que o sentido da vida humana muda com o passar do tempo, assim como os ideais, ou seja, ele sofre variação, é instável. E quanto ao sentido metafísico da vida, será que ele sofre variação com o tempo?

No artigo de hoje, vamos explicar as razões para o sentido da vida estar ligado com os ideais escolhidos por cada um de nós. Esperamos que o conteúdo possa trazer esclarecimentos para você.

O que é o sentido da vida?

Quando falamos sobre o sentido da vida, automaticamente estamos associando o assunto com uma direção, ou seja, deve-se ter um ponto de partida e um ponto de chegada como referencial para suas decisões morais e éticas.

Esse caminho pelo qual a vida será trilhada é escolhido sempre no presente, no hoje, no agora, definindo quais passos serão dados dia após dia para chegar até o ponto que foi estabelecido.

O pensamento é de que a trajetória percorrida levará a pessoa para um amanhã estável, íntegro e próspero, sem deixar de lado as vontades e os desejos que inevitavelmente surgem na caminhada. Este amanhã no sentido existencial e finito da vida, deve ser composto por um “amanhã” metafísico. É importante fazer esta reflexão, questionar a razão de viver, para que as nossas decisões contemplem um paradigma de vida mais completo e complexo.

A perspectiva de que o sentido da vida estimula o movimento para ir em busca de objetivos é poderosa, impedindo que fiquemos na inércia e sem um propósito bem definido pelo qual valha a pena viver.

Então, o sentido da vida é uma força poderosa que direciona cada um de nós a seguir em frente de maneira incessante e consistente, em uma espécie de atração que parece impossível de se desviar.

Viver sem um sentido claro para própria a vida é igual a navegar em um barco que não tem nenhum rumo delineado, ficando eternamente à deriva e recebendo a influência das ondas sem reagir.

Você está gostando da leitura até aqui? Então leia este artigo também para complementar o seu conhecimento sobre este assunto: Como dar sentido à vida?

A ligação entre o sentido da vida e os ideais

Primeiro de tudo: para entender a ligação entre o sentido da vida e os ideais, é necessário questionar e ponderar sobre quais são os ideais que tenham um significado real para a sua vida, mas sempre fazendo a reflexão do ponto de vista físico (vida existencial finita) e metafísico (o que vem para além da vida existencial finita).

Ao ter o entendimento de que os ideais são basicamente modelos de algo que é considerado como positivo, fica mais fácil de compreender a sua ligação com o sentido da vida.

Isso se deve ao fato de que a vida precisa se valer de condutas benéficas para o indivíduo conseguir conquistar tudo o que estiver dentro das suas ambições, sejam elas quais forem e como forem, mas sempre pautando suas decisões com base na moral e na ética. Este é um ponto bastante interessante e que pode ser extremamente perigoso. Um ideal deve contemplar qual é o tipo de “humanidade” que devemos viver para buscar nossos resultados. Esta “humanidade” deve estar atrelada a resultados quantitativos que desejamos usufruir em vida existencial finita,  mas também resultados qualitativos que criam “valor em minha humanidade” e que serão preponderantes para a minha condição metafísica de viver. Hoje em dia muitas pessoas pautam suas decisões no “vale tudo para eu obter o que eu quero”, criando sérios problemas de convivência interpessoal, levando à ruína sociedades inteiras.

Fazer perguntas sobre o quê compensa viver, qual é a razão para existir, como é a forma exemplar de encarar a vida e tantos outros exemplos ajudam a trazer para a luz uma série de ideais.

É natural que exista uma confusão sobre quais ideais combinam consigo mesmo, mas isso tende a ser resolvido com o passar do tempo e com o aprendizado de que a vida é uma mudança contínua e se faz todos os dias, mas quando olhamos para o PARADIGMA DA VIDA pela janela da metafísica, o que vemos? O que você vê? O ideal é para a humanidade ou individualmente para mim? Será que existe algum código sagrado que me dê certa segurança sobre como conduzir as minhas decisões durante a jornada existencial da vida? É possível um código sagrado com certa lógica matemática que me permite realizar a metafísica em mim sem envolvimento com dogmas e fábulas?

A verdade é que quando não há uma referência lógica, matemática, para se compreender a própria existência humana, cada um interpreta os ideais de modo único e os toma para si como guias frente ao universo de possibilidades para empregar um sentido à vida. Aqui, há uma espécie de simpatia para a pessoa preferir se aproximar de um ou de outro.

O mundo em que vivemos é repleto de ideais e aqueles que tomamos para nós acabam por dizer muito sobre o nosso caráter e a forma de a gente enxergar a vida. Todo dia é uma batalha a ser vencida, onde uns tem mais preparo do que outros.

Cada traço da vida criada por DEUS tem potencial para nos mostrar ideais e ligá-los ao sentido que queremos dar para a vida, mas é preciso saber escolher e para que isto seja possível, é preciso compreender o ENIGMA DA VIDA. A VIDA é composta por Física e Metafísica, e se compreendemos somente uma parcela deste complexo, podemos nos surpreender com alguma situação não positiva e sem tempo de remediá-la. Esse é um exercício individual de ponto de vista, onde análises são feitas para compreender a vida como um todo ou partes dela. Os esforços são individuais e não coletivos. Um cientista emprega sua existência para compreender a razão da VIDA. Buscam responder – “Qual é o sentido da Vida?”, “Como tudo começou?”, “Há um propósito para tudo isto?”.

Cada experiência vivida entrega um punhado de sensações e emoções que orientam e respondem certas dúvidas sobre os ideais e o sentido da vida, afinal de contas, ambos são assuntos complexos e muito particulares.

Ligando os ideais com o sentido da vida

Sabendo quais são os ideais com mais apreço para a sua existência, já é possível ligar um por um com o sentido que você quer dar para a sua vida.

Ainda assim, é preciso ter noção de que o ser humano é alguém em constante evolução e aprendizado, conhecendo um pouco mais de si ao longo da rotina. Sempre existe a oportunidade para revisar os ideais e o sentido da vida conforme o tempo passa.

A transformação é uma característica da vida e, sem ela, basicamente não seríamos humanos.

Exemplos não faltam sobre ideais e também sobre sentido da vida, mas nenhum deles é tão poderoso e verdadeiro quanto caminhar em DEUS, mas para isto precisamos entender o que nos é pedido por DEUS. JESUS, o CRISTO, no NOVO TESTAMENTO nos orienta sobre esta condição, valorando a VIDA Metafísica denominando-a de “REINO DE DEUS” e nos ensinando através de seu modo de viver, o que precisamos para ganhar esta condição de “habitar o REINO DE DEUS”.

Então “não fique de fora, é só bater, abrir e entrar”…

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